Desta vez é oficial, uma das duas maternidades do Centro Hospitalar de Bragança vai fechar. O anúncio foi feito pelo próprio Ministro da Saúde, esta terça-feira à tarde na Comissão Parlamentar especializada. Correia de Campos diz que até dia 31 de Dezembro o conselho de administração do centro hospitalar vai ter que definir que maternidade vai ser extinta, ou Bragança, ou Mirandela. A decisão do ministro já motivou uma reacção por parte do Comissão politica distrital de Bragança do PSD que acusa ministro de cobardia politica, ao entregar a decisão nas mãos da administração hospitalar. Adão Silva, o líder distrital dos sociais-democratas mostra-se contra a extinção de qualquer uma das maternidades e promete luta. Assim quer que, com carácter de urgência todos os partidos da região com representação parlamentar reúnam para decidir uma posição comum. Para além disso pretende a realização de uma assembleia distrital extraordinária, com a presença de todos os presidentes de câmara.
O Presidente da Câmara de Bragança defende a continuidade do serviço nos dois hospitais, mas admite a necessidade de cuidados especiais ás grávidas, na sede do Centro Hospitalar. Jorge Nunes está no entanto disposto a encabeçar uma manifestação. Pelo mesmo diapasão do protesto afina o autarca de Mirandela. José Silvano questiona é o líder da distrital do Partido Socialista que garantira a continuidade das duas salas de parto. A resposta do presidente da distrital rosa, de Bragança é de a de que as grávidas vão continuar a ter os filhos em Bragança e Mirandela, mas Mota Andrade admite que o Centro Hospitalar terá que tomar decisões sobre o serviço a médio prazo.
Fonte:
Data: 2006-03-15