Uma das duas tem que fechar. A Comissão de Saúde Materno e Neonatal já tem pronta a proposta para a concentração de maternidades no país. Um documento que vai entregar dentro de poucos dias ao Ministro da Saúde. No caso do Centro Hospitalar do Nordeste, o estudo defende que o serviço só deve manter-se em funcionamento num dos hospitais que fazem parte do grupo. A sala de partos só pode estar aberta, ou em Bragança, ou em Mirandela. A Comissão escolha deve ser feita pela administração do Centro Hospitalar. Sobre essa matéria o director clínico do Centro Hospitalar do Nordeste assegura que nada está ainda decidido e que tudo o que tem sido falado sobre o assunto nos últimos dias, não passa de pura especulação.
Acrescenta que antes de ser tomada qualquer decisão, haverá um processo de avaliação das condições dos serviços e de audição dos profissionais. Desmentindo ainda o possível encerramento da sala de partos em Bragança, motivado, no imediato pelas obras na unidade de saúde. Sampaio da Veiga assegura que esse argumento não é válido para transferir a maternidade para Mirandela. Por isso, as obras que vão decorrer no hospital de Bragança não podem ser encaradas como o prenúncio do encerramento da maternidade na capital de distrito. Sampaio da Veiga refere que a remodelação física do hospital está para breve. O processo está ainda nas mãos dos projectistas. Primeiro as obras vão ser feitas no quarto andar do hospital, mas antes de mais é necessário criar uma central de consultas.
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Data: 2006-03-10