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 » Diversos :: Sede do Parque na Assembleia

Autarca de Bragança condena falta de vontade política para construir nova sede do PNM

A localização da sede do Parque Natural de Montesinho (PNM) foi um dos assuntos que esteve em discussão na Assembleia Municipal de Bragança, que decorreu na passada sexta-feira.

Na óptica do presidente da Câmara Municipal de Bragança (CMB), Jorge Nunes, o interior tem sido discriminado de forma profunda, situação que se traduz na falta de vontade política para criar uma nova sede para o PNM. “Há parques muito mais reduzidos que o de Montesinho com sedes de custos avultados”, alega o edil.
Mesmo assim, a autarquia mantém a sua disponibilidade para colaborar no processo da construção do equipamento. “Qualquer que seja o local está bem para a Câmara Municipal, uma vez que, aquilo que é mesmo relevante, é que o Parque tenha uma sede”, afiançou o autarca.
Durante a Assembleia Municipal foi, ainda, revelada a resposta do Ministério da Saúde à carta enviada pela CMB, que insiste nas obras de recuperação e ampliação do Hospital Distrital de Bragança, ou até mesmo, na construção de um edifício de raiz. Face a esta perspectiva, Jorge Nunes defende que “esta problemática deve ser equacionada numa perspectiva positiva e que una as pessoas”.

Mercado cumpre função social

“O facto de existirem espaços disponíveis e vazios no Mercado Municipal de Bragança (MMB) não é problemático”. Quem o diz é o presidente da CMB, que garantiu existirem muitas propostas para a ocupação. De acordo com o edil, até “convém haver sempre espaços de reserva e alguma disponibilidade para que se possa ocupar com um serviço público”, assegurou o edil.
A CMB vai, ainda, comprar a parte da Sociedade Instaladora de Mercados Abastecedores no capital social do MMB, detendo, assim, a totalidade do imóvel, que passará, posteriormente, a empresa municipal.
Relativamente aos parques de estacionamento na cidade, foi dada a conhecer a decisão em repetir o concurso para a concessão dos espaços. Caso nenhum concorrente se apresente de forma válida, de modo a ser efectuada a adjudicação, a CMB pondera a hipótese de avançar com a exploração directa dos parques. Se a concessão for consumada, irá terminar a primeira hora gratuita aos utilizadores dos espaços, situação que se verifica actualmente. “É necessário originar receitas e, com a primeira hora oferecida, isso não é possível”, avançou Jorge Nunes.
Também a hipótese de manter os dois parques cobertos da cidade abertos 24 horas por dia é afastada pelo autarca. “Isso acarretaria muitos custos e só iria sobrecarregar o orçamento”, entende o responsável.

Por: Sandra Canteiro



  Fonte: Jornal Nordeste

  Data: 2006-02-21

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