Chegou ao fim o processo eleitoral para a Presidência do Instituto Politécnico de Bragança, com o resultado que já se esperava. Sobrinho Teixeira ganhou folgadamente, conseguindo 63% dos votos dos 97 votantes que participaram no acto eleitoral. A vitória não merece contestação e o processo não teve os acidentes de percurso nem os problemas que se registaram noutros processos semelhantes doutros Politécnicos do país. Em disputa encontravam-se 3 candidatos. Para além do vencedor, também concorreram Alfredo Teixeira e Vítor Lopes. O primeiro, professor da Escola Superior Agrária, era o anterior 1º vice-presidente de Dionísio Gonçalves, e o segundo é professor da Escola Superior de Educação. Sobrinho Teixeira é professor da Escola Superior de Tecnologia e Gestão. O processo eleitoral, muito complexo e até pouco compreensível, começou ainda no ano de 2005 com a eleição dos membros do colégio eleitoral. Alguns destes membros foram eleitos, outros têm participação directa por força dos cargos que ocupam e para os quais foram nomeados politicamente. Daí que se trate de um processo eleitoral cuja filosofia se possa considerar muito estranha. Dos 100 elementos que integravam o colégio eleitoral, não exerceram o seu direito de voto os presidentes das Câmaras de Vinhais e Mogadouro e o director do Centro de Formação Profissional de Bragança. Por isso, foram apenas 97 os votantes. Destes 97 votantes, 61 (63%) votaram em João Sobrinho Teixeira, 28 (29%) deram o seu voto a Alfredo Teixeira e apenas 8 (8,2%) votaram em Vítor Lopes. Com esta votação, Sobrinho Teixeira é o segundo Presidente eleito, já que nos actos eleitorais anteriores nunca apareceu alternativa a Dionísio Gonçalves. Antes deste, o Instituto Politécnico de Bragança tivera também Lima Pereira como responsável máximo, mas ainda na qualidade de Presidente da Comissão Instaladora. C.R.