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 » Diversos :: ESE em mudança

Presidente do Conselho Directivo prevê um mandato com muitas dificuldades

Numa cerimónia bastante participada, o Conselho Directivo da Escola Superior de Educação (ESE) tomou posse no passado dia 6. Este é, já, o segundo mandato de três anos da equipa, liderada por Conceição Martins, constituída por Luís Filipe Fernandes e António Alves, no cargo de vice-presidentes.

O último triénio foi, na óptica de Conceição Martins, “tranquilo mas, com muitos desafios e bastante tenso”. Devido ao processo de Bolonha e a todas as suas exigências, foi uma época marcada por “carências em termos financeiros e instabilidades no sistema”, salientou a responsável.
Para este mandato, a presidente da ESE defende que o principal objectivo é estabilizar tanto o número de alunos, cada vez mais diminuto, e o corpo docente. Esta “exigência” é essencial para enfrentar o processo de mudança em curso no ensino superior em Portugal está a passar. “ Teremos que trabalhar o mais possível internamente e com outras escolas e instituições para que o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) se afirme”, sublinhou a docente.
Relativamente à diminuição da procura dos cursos da ESE, Conceição Martins foi categórica ao afirmar que estas situações são cíclicas e temporárias. Isto porque, com a implementação do processo de Bolonha, os cursos vão ser reestruturados e a instituição “tenta dar resposta à procura de cursos por parte dos alunos”, assegurou a responsável, referindo-se aos quatros novos cursos abertos nos últimos dois anos, que apresentam taxas de ocupação elevadas.

Apostar na formação

A actual situação do ensino superior é, na óptica de Conceição Martins, preocupante. Contudo, esse não é “um problema unicamente nosso, nem das escolas de educação”, assegurou a docente. A conjuntura agrava-se com as elevadas taxas de abandono escolar que se registam no País. “É fundamental iniciarmos, por todos, uma luta de forma a dar mais ênfase a esse trabalho”, sustenta a docente, referindo-se, simultaneamente, à média baixa de licenciados relativamente ao número de activos.
A solução, para Conceição Martins, passa pela formação, nomeadamente pós licenciatura, de modo a ajudar na progressão de carreira. “As instituições de ensino superior devem ter um papel mais activo e preponderante na formação ao longo da vida”, defendeu a responsável.

Por: Sandra Canteiro



  Fonte: Jornal Nordeste

  Data: 2006-02-14

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