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 » Diversos :: “Incêndio” na escola

Alunos da escola Augusto Moreno postos à prova num simulacro de incêndio

Dois feridos, um grave e outro ligeiro, foi o resultado de um “incêndio” que deflagrou, na passada sexta-feira, numa sala de aula da escola Augusto Moreno, em Bragança.

Apesar deste incidente não corresponder à realidade, uma vez que se tratava, apenas, de um simulacro, os alunos e professores foram postos à prova, para porem em prática os procedimentos adequados em caso de incêndio.
Para o local foram mobilizadas duas ambulâncias e quatro viaturas de combate a incêndio, incluindo uma escada móvel, dado que as chamas atingiram uma altura elevada e os soldados da paz foram obrigados a fazer rappel pelo telhado, para poderem entrar por uma janela.
O fogo tive origem num quadro eléctrico duma sala, situada no primeiro piso, onde se encontrava uma turma em aulas. Apesar da maioria das crianças conseguirem sair ilesas, houve duas vítimas que tiveram que ser evacuadas por uma janela.
As operações de socorro e combate às chamas correram conforme planeado, mas o comandante dos Bombeiros Voluntários de Bragança (BVB), José Fernandes, lembra que, em situações reais, acontecem imprevistos, para os quais os soldados da paz têm que estar preparados.

Simulacro prepara situações reais

Já o responsável pela segurança na escola Augusto Moreno, Artur Fernandes, salienta que há situações que precisam de ser revistas.
“Os alunos e professores saíram pela entrada principal da escola, o mesmo local por onde entraram os bombeiros, o que, numa situação real, poderia gerar alguma confusão”, acrescentou o responsável.
A par da revisão das saídas de emergência, Artur Fernandes, afirma que o sistema eléctrico também tem que ser coordenado de outra forma, uma vez que, se o quadro eléctrico for desligado de imediato, o alarme é cortado a meio.
A rápida propagação das chamas não é um problema grave naquele estabelecimento de ensino. Para além de ter poucos pisos, os corredores são amplos e existem quatro saídas de emergência distribuídas pelas diferentes partes da escola.
Os alunos reagiram com calma a esta simulação de incêndio, visto que sabiam que se tratava duma encenação da realidade. No entanto, afirmam que, numa situação real, o pânico e o nervosismo poderiam ter dificultado o trabalho dos bombeiros.

Por: Teresa Batista



  Fonte: Jornal Nordeste

  Data: 2006-02-07

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